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Há pouco mais de um ano de expedição do Decreto Nº 9.057, norma que atualizou a legislação sobre a regulamentação do ensino a distância no Brasil, já se constatou um crescimento de 133% dos polos EAD no país. Além do custo da mensalidade, a flexibilidade de horário está entre os principais fatores que levam os estudantes a buscar a modalidade de ensino a distância.

Os dados são do último levantamento do Ministério da Educação, o Censo da Educação Superior, que apontou que mais de 18% das matrículas no ensino superior são em cursos a distância.

Mas, para quem acredita que o brasileiro se contenta com a graduação está errado. Segundo a Fundação Capes do Ministério da Educação, o Sistema Nacional da Pós-Graduação (SNPG) cresce de forma sustentável e contínua, atingindo o crescimento de 25% no número de programas nos últimos quatro anos.

Segundo a pesquisa, o investimento em qualificação profissional, como pós-graduação, por exemplo, pode impactar diretamente no salário dos funcionários, que chegam a receber até 70% mais do que aqueles que não possuem a especialização.

Flexibilidade e preço

Cerca de 1,5 milhão de brasileiros optam pelo ensino a distância, em 2004 eram apenas 60 mil. O crescimento exponencial do EaD se deve por dois fatores principais: flexibilidade e valor de investimento.

O outro fator que ajuda a explicar o crescimento das matrículas no EAD é o custo: as mensalidades podem ser até 65% mais baratas dos que as presenciais. De acordo com o censo da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância), o valor médio caiu de 348 reais em 2012 para 279 reais no ano passado.

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